
Se eu fosse outra, nao teria a dor que me fez crescer e aprender a amar melhor.
Já sei, é demasiado óbvio...
De qualquer forma, precisava de encontrar sentido ao passado e às acçoes presentes.
E é bom perceber, que às vezes reagimos de acordo com uma lei interior que nos permitiu sobreviver, pessoal e praticamente intransmissível.
Ainda que os outros nao entendam, nós, a sós, sabemos adivinhar o perfil que salvou a nossa segurança interior, que nos permitiu chegar até aqui.
No fundo, estamos sempre sós, nao estando.
Nao sou fria(nunca fui).
Nao sou bruta( nao é compatível com o meu sistema operativo).
Nao fingo(a fúria e o carinho sao genuinos).
Porque me dispo aqui com vocês?
Porque acredito que nao há outra forma de falar.
Despindo-nos.
Com medo ou sem medo, mas lentamente, fazendo escorregar as capas que uma sociedade decidiu que temos que vestir. Como nos despimos para um amante, até o corpo e a alma ficarem contidos nas suas maos.
Se eu fosse outra, nao teria a memória dos homens que me amaram, integralmente.
Se eu fosse outra, nao teria ainda o sorriso da Mónica e do Morales, da Sao, do Zé, e do Vicente. Nao teria ainda o peito cheio de àrvores por plantar.
Nao é preciso entendermo-nos em tudo.
Basta saber ler nas entrelinhas, esses espaços fininhos, que se instalam entre o evidente, mas que no entanto, também se despem, ao som de uma música, que nem todos ouvimos.
Já sei, é demasiado óbvio...
De qualquer forma, precisava de encontrar sentido ao passado e às acçoes presentes.
E é bom perceber, que às vezes reagimos de acordo com uma lei interior que nos permitiu sobreviver, pessoal e praticamente intransmissível.
Ainda que os outros nao entendam, nós, a sós, sabemos adivinhar o perfil que salvou a nossa segurança interior, que nos permitiu chegar até aqui.
No fundo, estamos sempre sós, nao estando.
Nao sou fria(nunca fui).
Nao sou bruta( nao é compatível com o meu sistema operativo).
Nao fingo(a fúria e o carinho sao genuinos).
Porque me dispo aqui com vocês?
Porque acredito que nao há outra forma de falar.
Despindo-nos.
Com medo ou sem medo, mas lentamente, fazendo escorregar as capas que uma sociedade decidiu que temos que vestir. Como nos despimos para um amante, até o corpo e a alma ficarem contidos nas suas maos.
Se eu fosse outra, nao teria a memória dos homens que me amaram, integralmente.
Se eu fosse outra, nao teria ainda o sorriso da Mónica e do Morales, da Sao, do Zé, e do Vicente. Nao teria ainda o peito cheio de àrvores por plantar.
Nao é preciso entendermo-nos em tudo.
Basta saber ler nas entrelinhas, esses espaços fininhos, que se instalam entre o evidente, mas que no entanto, também se despem, ao som de uma música, que nem todos ouvimos.
Olá Rita.
ResponderEliminarGostava de confirmar se és a Rita Bonet que foi minha amiga e colega no Carolina Michaelis, no Porto, da turma do 9M. Sou o Eduardo, julgo que te recordarás de mim. Se estiver enganado, peço desculpa pela confusão. Se estiver certo, só queria saber de ti, se estás bem... essas coisas, o que quiseres contar.
Bjos Eduardo (epdesousa-6691p@adv.oa.pt)